Pastor canadense diz que ataques a cultos trazem de volta memórias do comunismo

  • 08/04/2021
Pastor canadense diz que ataques a cultos trazem de volta memórias do comunismo

O pastor Artur Pawlowski, que nasceu na Polônia e viveu sob uma ditadura comunista durante sua infância, acredita que as ações da polícia no Canadá trazem de volta memórias do comunismo sob a União Soviética.

Um vídeo gravado por Pawlowski viralizou esta semana e teve mais de 3 milhões de visualizações nas redes sociais. Nas imagens, ele expulsa policiais que interromperam um culto de Páscoa na Street Church na cidade de Calgary, em Alberta, no Canadá. 

Outro incidente foi registrado na manhã de quarta-feira (7) na província de Alberta: policiais cercaram uma igreja com barreiras na cidade de Edmonton. Com as cercas, os oficiais tentam impedir os fiéis de acessarem o templo da GraceLife Church.

Pawlowski, que cresceu atrás da Cortina de Ferro na Polônia, lembrou sua experiência na infância em entrevista à Fox News Primetime na terça-feira (6). “Os policiais podiam invadir sua casa às cinco da manhã, eles podiam te espancar, torturar, eles podiam te prender por qualquer motivo”, ele lembra.

Quando os policiais apareceram em sua igreja, ele conta que foi como um “flashback” do passado. “Tudo meio que voltou à memória, desde a minha infância”, disse Pawlowski. “E a única coisa que eu poderia fazer é afastar os lobos como um pastor, e usei minha voz para me livrar deles. Eles estavam violando ilegalmente nossos direitos durante a celebração da Páscoa”.

O vídeo mostra Pawlowski dizendo aos policiais para “dar o fora” e também ordenou que eles “não voltassem sem um mandado”. Ele ainda os comparou à “Gestapo” — a polícia secreta oficial da Alemanha Nazista — e os chamou de “psicopatas nazistas”. Cerca de um minuto após o início do vídeo, os oficiais começaram a sair da propriedade.

Em nota, a Polícia de Calgary justificou sua presença na igreja pela preocupação de que “as pessoas presentes não estavam cumprindo as ordens de saúde do governo sobre a Covid-19, que estão em vigor para garantir a segurança de todos”. 

“Fiquei um pouco abalado”, disse Pawlowski. “Mas eu fiz o que todo pastor, agora, no planeta Terra, deveria fazer: afastar os lobos. Nós, como leões, nunca devemos nos curvar diante das hienas, e é isso que elas são agora”.

Steyn observou que muitas das coisas que foram aceitas em 2020 “são exemplos do controle rígido, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sob o qual a maioria dos países comunistas viveu por meio século”.

Como exemplo, ele citou o caso da mulher que foi agredida pela polícia de Nova York por não usar máscara e a determinação de governadores americanos e canadenses, restringindo pessoas de receberem visitas em suas casas. “A implementação do que estamos vendo agora começou cerca de 20 anos atrás”, alertou.

Para Pawlowski, a única forma de combater a ditadura comunista é com a manifestação de milhões de pessoas nas ruas. “Em 1981, testemunhei milhões de poloneses tomando as ruas e dizendo: ‘Chega! Saia do nosso país!’”, lembra. “Você tem que exigir esses direitos de volta; você tem que lutar por seus direitos. Eles nunca vão devolvê-los de graça.”

Pawlowski exortou não apenas os canadenses, mas pessoas de outras democracias ocidentais, a “tirá-los de suas propriedades, de seus negócios e de suas igrejas”. “Os líderes religiosos devem se unir e começar a afastar essa escuridão. Devíamos ir às ruas e dizer: ‘Chega de bloqueios, chega de restrições. Não vamos mais tolerar isso’”, sugere.

FONTE: http://guiame.com.br/gospel/noticias/pastor-canadense-diz-que-ataques-cultos-trazem-de-volta-memorias-do-comunismo.html


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